quarta-feira, 31 de março de 2010
Música - Não vá embora
E no meio de tanta gente eu encontrei você
Entre tanta gente chata sem nenhuma graça, você veio
E eu que pensava que não ia me apaixonar
Nunca mais na vida
Eu podia ficar feio só perdido
Mas com você eu fico muito mais bonito
Mais esperto
E podia estar tudo agora dando errado pra mim
Mas com você dá certo
(Refrão):
Por isso não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Por isso não vá, não vá embora
Por isso não me deixe nunca nunca mais
Eu podia estar sofrendo caído por aí
Mas com você eu fico muito mais feliz
Mais desperto
Eu podia estar agora sem você
Mas eu não quero, não quero
Arnaldo Antunes / Marisa Monte
terça-feira, 30 de março de 2010
MÚSICA - Mais uma vez
"Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Tem gente que está
Do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar...
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém
Em quem confiar
Confie em si mesmo...
Quem acredita
Sempre alcança...
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei...
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem...
Nunca deixe que lhe digam:
Que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos
Nunca vão dar certo
Ou que você nunca
Vai ser alguém...
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia
A gente aprende
Se você quiser alguém
Em quem confiar
Confie em si mesmo!...
Sempre alcança...(7x)"
Renato Russo e Flávio Venturini
segunda-feira, 29 de março de 2010
MÚSICA - Domingo no Parque
Análise Crítica
Se considerarmos só o título "Domingo no parque", pode achar que se trata de uma canção festiva, ingênua... Mas não é bem assim, não. Você já viu um jogo de capoeira? Aliás: um jogo ou uma luta? É, em geral, usamos o verbo jogar nesse caso: "Fulano joga capoeira muito bem". Mas a capoeira pode ser também uma luta, com um sistema definido de ataque e defesa. Digamos que a letra de Gil de certa maneira se apóia nessa ambigüidade da capoeira. O ritmo da composição lembra em tudo o gingado desse jogo que se originou entre os escravos bantos (de Angola) no Brasil colônia.
É, o que está literalmente em jogo aqui é uma luta de morte. "Domingo no parque", à maneira das canções de Chico Buarque, é fundamentalmente uma canção narrativa, fazendo uso de um tempo verbal típico do gênero narrativo (ou épico), que é o pretérito: "trabalhava", "resolveu", "foi", entre outros. Os personagens são dois amigos: José, o rei da brincadeira, e João, o rei da confusão. O acontecimento trágico de que a letra dá notícia ocorrerá justamente num dia em que esses personagens contrariam, digamos assim, seus atributos: porque João escolhe a brincadeira, José se encaminha para a confusão, para a briga:
"A semana passada, no fim da semana,
João resolveu não brigar,
no domingo de tarde saiu apressado
e não foi pra ribeira jogar capoeira
não foi pra lá, pra ribeira, foi namorar".
Nesse trecho, aliás, notamos um recurso que vai ser usado em toda a letra: a anáfora, a repetição de palavras. Note que em "não foi pra lá, pra ribeira, foi namorar", o verbo "ir" aparece ora numa frase negativa, ora numa frase afirmativa, a qual é uma adversativa, com omissão do mas: "não foi pra lá (...), mas foi namorar". O nó da ação, ou seja, o seu ponto crítico, que vai precipitar o acontecimento trágico, é favorecido por esse desvio da rotina: João não vai brigar,(mas) vai namorar. E José? Corte na ação, agora o foco se concentra nele:
"O José como sempre no fim da semana
Guardou a barraca e sumiu
Foi fazer no domingo um passeio no parque
Lá perto da Boca do Rio
Foi no parque que ele avistou
Juliana
Foi que ele viu(...)'.
A reprodução do incidente se dá aos arrancos, por descontinuidades sintáticas e repetições:"Foi que ele avistou/ Juliana/ foi que ele viu Juliana na roda com João". É como se a descoberta de José ocorresse por partes: ele avista Juliana, mas ainda não vê tudo. O verbo "ver" aqui ganha o sentido de abarcar o conjunto, a totalidade, por oposição ao "avistar", que indica olhar segmentado.
É preciso lembrar que não estamos diante de um poema, mas de uma canção, em que letra e música se articulam e que está sujeita a variações de improviso. Conforme o arranjador ou o intérprete, algumas características podem ser enfatizadas. Assim, quando ouvimos Gilberto Gil cantar, primeiro temos "Ele viu", com o verbo "intransitivado"; depois temos "ele viu Juliana na roda com João", em que o verbo volta a ficar transitivo. Essa descontinuidade, essa interrupção da frase, expressa de alguma maneira a comoção de José diante do quadro funesto: o amigo com a sua amada. O choque dessa revelação se dá na linguagem também, que se torna impotente para dar conta de toda a carga dramática da situação. Os objetos, em si inocentes, que Juliana traz na mão, a rosa e o sorvete, vão crescer e adquirir estatuto de símbolo. Já não serão mais inocentes:
"O espinho da rosa feriu Zé
e o sorvete gelou seu coração".
Esses objetos, típicos de um alegre domingo no parque, ganham contornos de pesadelo. São metonímias,ou seja, são partes que valem pelo todo, são índices de algo maior. Lembra-se daqueles sonhos em que um objeto aparentemente simples parece indicar "algo mais" dada sua presença muito marcada e a insistência com que ele fica em nossa memória? Algo disso acontece aqui. Essa atmosfera onírica é intensificada com a repetição, a anáfora:
"O sorvete e a rosa - ê José,
a rosa e o sorvete - ê José".
Temos aqui uma subespécie de anáfora: o quiasmo, a repetição cruzada (formando X) de palavras:
sorvete e rosa
rosa e sorvete.
Veja outra repetição:
"Oi, girando na mente - ô, José
Do José brincalhão - ô, José
Juliana girando - oi, girando
Oi, na roda gigante - oi, girando
Oi, na roda gigante - oi, girando
O amigo João - João".
Tudo gira literalmente, inclusive a cabeça de José, que vai deixando de ser brincalhão. Há uma relação de proporção aqui: quanto mais brinca João, quanto mais gira a roda-gigante, mais José vai se tornando sério e mesmo beligerante. A seriedade de um aumenta conforme a disposição jovial e brincalhona do outro. A repetição do verbo girar mais o uso do gerúndio produzem um efeito hipnotizante. A roda-gigante, rodando, põe a girar também a cabeça e as idéias de José.
A visão terrível desencadeia a luta, toda descrita por metonímias: a roda girando, a faca, o sangue, o sorvete de morango, vermelho, como a prenunciar o desastre que advirá.
O ritmo da capoeira, mistura de jogo e luta, é glosado nessa canção. Visualize um capoeirista jogando: é esse movimento gingado, de avanço e recuo, que descreve o episódio de luta de morte entre João e José. A segunda-feira é de cinzas: amanhã não tem feira nem brincadeira. Nem João nem José.
LIVRO - O Seminarista
Obrigado pelos pais a tornar-se padre, Eugênio procura esquecer Margarida. Mas o amor é mais forte e pode vencer todas as pressões. Nesta narrativa forte e comovente, o autor critica as imposições da sociedade patriarcal brasileira do século XIX.
Existem li
A crítica forte do romance é, contra o celibato religioso, contra a proibição de casamento para os padres. O autor faz uma crítica severa não só contra o autoritarismo dos pais, mas também contra o autoritarismo dos padres. Nesse romance predomina o tom naturalista, que ressalta a importância do meio social e dos instintos na determinação do comportamento humano. Será que somos felizes com as imposições dadas por pessoas que fazem parte do nosso meio? Eugênio e Margarida farão você refletir sobre o assunto e através desse romance poderão mostrar qual o desfecho previsto àqueles que seguem o autoritarismo.
LIVRO - Vidas Secas
Obra-prima de Graciliano Ramos, "Vidas secas" exibe o limite da incomunicabilidade e animalização do homem na família de retirantes que se desloca em movimento circular entre uma trégua e outra dada pela hostilidade da natureza.
Um livr
"E andavam para o Sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes. Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinhá Vitória e os dois meninos."
domingo, 28 de março de 2010
LIVRO - Meu Pé de Laranja Lima
O leitor vai se encontrar com a história comovente do menino Zezé, de seis anos, garoto pobre, inteligente, sensível e carente. Carente de um afeto que não encontra na família, o endiabrado garoto sai pelas ruas fazendo mil travessuras. Aprende tudo sozinho, é o "descobridor das coisas". Descobre a ternura e o carinho no amigo "Portuga". Inventa para si um mundo de fantasia em que o granhde confidente é o Xururuca, o pé de Laranja Lima. Mas a vida lhe ensina tudo cedo demais, e Zezé descobre a dor e a saudade. "Por que contam coisas às criancinhas?"
"É um livro extrem
amente marcante, comovente e triste. Marcante pela ironia da sua história, comovente pela simplicidade transmitida e com que é escrito e triste pela dor e pelas perdas retratadas. Um livro que eu gostei de ler e que pela sua simplicidade e frontalidade me transmitiu a sua mensagem e sentimentos imiscuídos de uma forma sutil e profunda. Com uma mescla de turbulentas emoções e pequenas conquistas e vitórias, vividas pelas personagens, que vêm ao rubro de forma simples e eloquente em cada palavra, senti-me como se também participasse na história. Neste livro o mais importante não é os grandes feitos ou qualquer outro ato considerado por nós, na nossa cegueira e egocentrismo, digno e merecedor de importância, mas sim, as pequenas coisas, que no fundo acabam por ser as mais bonitas e importantes; as pequenas vitórias; a dor e a conquista, do mundo real e da vida real, que acabam por ter uma fantasia mais doce e bonita e um misticismo mais profundo, do que as grandes lendas ou histórias, apenas pelo que são".
"- Gostas assim de passear em nosso carro?
- Ele também é meu?
- Tudo que é meu é teu. Como dois grandes amigos.
Fiquei delirante. Ah se eu pudesse contar a todo mundo que era meio dono do carro mais bonito do mundo."
A CAIXA
EUA, 2009
Estréia: 26 de Março de 2010
Com Cameron Diaz, James Marsden.
Direção: Richard Kelly
O que você faria se alguém lhe oferecesse uma caixa com um botão que se você apertasse lhe deixaria milionário mas, ao mesmo tempo, tirasse a vida de alguém que você não conhece? Norma é uma professora de escola particular e o seu marido, Arthur, é um engenheiro que trabalha na NASA. Eles são um casal que leva uma vida normal com o seu filho no subúrbio até que um misterioso homem com rosto desfigurado aparece com uma proposta tentadora: a caixa.
Quando pensei que Richard Kelly pudesse se redimir de seus fiascos, não foi dessa vez! O filme é até que legal, mas peca demais em quase todos os sentidos. A idéia do filme, onde se explora ética e moral, é até interesssante, mas perde a linha de raciocínio ao envolver bizarrices e obviedades. Sinceramente não sei como caracterizar o filme; Kelly passa pelo suspense, entra no drama e o que mais temia: ficção! (não!). Uma história totalmente desconexa, que salva somente nos momentos finais, onde o autor deve ter se encontrado e visto realmente o que gostaria de ter mostrado ao público. Definitivamente é um filme fraco, que deveria ser lançado diretamente em DVD. Será que vale a pena fazer tudo pela sua comodidade e esquivar-se do próximo? Eis um dilema, que pode causar consequências inevitáveis.NOTA: 4,0
sábado, 27 de março de 2010
As Pontes de Madison
Romance Dramático.
Direção: Clint Eastwood.
Após a morte de Francesca Johnson (Meryl Streep), seus filhos descobrem, por meio de um diário, que a mãe teve um rápido e intenso relacionamento extraconjugal com um fotógrafo da National Geographic. No verão de 1965, enquanto o marido e os filhos estão viajando, Francesca, uma fazendeira de Iowa, recebe a inesperada visita do fotojornalista Robert Kincaid (Clint Eastwood). Ele pede informações sobre as pontes de Madison, as quais deverá fotografar para a revista onde trabalha. Francesca fornece as informações, mas acaba se envolvendo com Kincaid. O romance é tão intenso quanto rápido: dura apenas quatro dias. Quando os filhos descobrem o amor secreto da falecida mãe, passam a questionar seus próprios casamentos.
Fabuloso e fantástico. Meryl faz uma atuação impecavél, que lhe rendeu a décima indicação ao Oscar. Mais do que um mero romance se trata de uma lição de vida. Eastwood, mais uma vez, capta sentimentos e emoções de uma maneira precisa, enriquecida por cenários e imagens deslumbrantes. Na realidade a história vai se aperfeiçoando ao decorrer do filme, que leva no seus últimos momentos ao ápice. O filme nos mostra que o amor é capaz de tudo, principalmente de deixar parte de nossos sonhos em prol dos sonhos de quem amamos realmente. Um romance impossível, que impõe sobre todos os sentimentos o amor pela família. Streep somente com seus gestos e olhares consegue demonstrar todo o sentimentalismo de seu personagem. Será que realmente estamos felizes e fazendo o outro feliz?NOTA: 8,5
sexta-feira, 26 de março de 2010
CADÊ OS MORGAN?
EUA, 2010.
Estréia: 26 de Março de 2010
Direção e roteiro de Marc Lawrence.
Com Sarah Jéssica Parker e Hugh Grant.
104 min.
Um casal bem sucedido de Manhattan, Paul e Meryl Morgan, contabiliza um único fracasso em sua vida quase perfeita: o fim próximo do seu casamento. Porém, eles testemunham um assassinato e se tornam alvos de um matador profissional. Para proteger suas testemunhas, agentes federais transferem os Morgan de sua querida Nova York para as montanhas do Wyoming.
Existem filmes que são tão mal contados e sem graça que deixam o público de queixo caído (ou revoltado pelo ingresso pago!), é o caso dessa história com situações ridículas e de péssimo mal gosto que chegam a irritar. Sarah Jéssica Parker concorreu ao Framboesa de Ouro como pior atriz com essa atuação (não precisa dizer mais nada). Melhor parar por aqui pois não merece nem perder tempo falando mal do filme. Um erro!ILHA DO MEDO
Duração: 148 min.
Origem: Estados Unidos
Estréia 12 de Março de 2010
Direção: Martin Scorsese
Ano: 2009
Embora o trailer fosse vendido como um filme de terror, não tem nada disso e passa bem longe. Surpreendentemente, há poucas cenas de suspense durante a projeção. Mas o filme possui seu bom gosto: ótima atuação de Leonardo de Caprio (que encontrou o caminho nos filmes de ação e suspense) e Mark Ruffalo. Embora não cause sustos, muito menos cenas de pavor, há um clima de apreensão que acaba prendendo a atenção. Não é um filme fantástico, porém não é um desperdício. Trata-se de uma história morna que possui sim, seus momentos de glória.Ao falar da direção, dispensa-se comentários, Scorsese mais uma vez mostra uma verdadeira aula de cinema. Infelizmente é um daqueles filmes que "bye, bye final surpresa", quase na metade, quando algumas informações são passadas, começamos a desconfiar do final da história apresentada, que o torna previsível. Vale muito a pena conferir, não esperando um filme com cenas de suspense, pois sendo assim decepciona com certeza.
NOTA: 6,5
quarta-feira, 24 de março de 2010
O Sequestro do Metrô 123
Refilmagem do filme da década de 70. Um filme totalmente descartável, sem nenhum momento de glória. Tudo muito previsível e sem emoções, o sequestro do metrô é apenas um filme que deve ser conferido se não houver nenhuma outra opção viável. O único ponto forte do filme fica por conta da dupla Denzel e John, que transmitem uma ótima química em cena e pela direção que tentou fazer a sua parte. Para aqueles que curtem apenas algumas cenas de ação e mais nada, vale a pena assistir até a metade, pois o final decepciona. Certamente um filme que não ficará presente em sua memória.NOTA: 3,5
A Proposta
NOTA: 5,0
Uma Prova de Amor
Assisti a esse filme com uma perspectiva de mais um grande sucesso de Nick Cassavetes (direção do filme). Realmente o filme tem seus trunfos, mas não chega nem aos pés do bem sucedido Diário de uma Paixão, também dirigido pelo mesmo. Não sei se esperava muito do filme, mas não possui grandes cenas memoráveis. Somente uma boa pedida para um filme dramático, mas ainda assim fica devendo muito pelo enredo que poderia ser bem mais explorado. Sinceramente me decepcionou muito, embora tenha sido bem comentado entre o público. A própria autora Jodi Picoult (do qual o livro foi baseado), disse que não agradou nem um pouco o diferente desfecho feito de sua obra.NOTA: 6,5
domingo, 21 de março de 2010
A Princesa e o Sapo
Realmente a Disney nos mostra que 2D é o seu forte. Depois de algum tempo sem lançar um clássico em 2D, ela nos mostra que sempre é capaz de inovar. Esperava, como em todos os outros clássicos, o conto de fadas na tela de cinema, mas tive uma grande surpresa: o filme é apenas baseado nas histórias infantis. Bom... isso seria um grande problema se não fosse a magnífica mente dos criadores disney: o filme não fica devendo nada ao conto clássico. Amei a adaptação ao cinema. Ainda digo mais: acredito que a história ficou mais interessante que a original. Os temas musicais são fantásticos também, lembrando que duas canções foram indicadas ao oscar do ano: Down in New Orleans e Almost There. Indicado também na categoria de melhor animação, a Princesa e o Sapo vai fazer você confiar que tudo é possível àqueles que crêem realmente em seus sonhos.Simplesmente Complicado
Geralme
nte as comédias românticas seguem as linhas, sem inovações, caso este, que não vale para essa película especificamente. Meryl continua fantástica e o elenco está bem sintonizado, exceção para Steve Martin, que parece que está atuando num universo paralelo ao resto do elenco. O filme rende boa diversão. Embora não seja algo novo, é uma boa pedida para render boas risadas.NOTA: 7,5
sábado, 20 de março de 2010
Primeira Postagem
UP: Altas Aventuras

Bom... vamos ao que interessa...
Faz um bom tempo que não assisto animações e menos ainda dos estúdios Pixar. Confesso que esperei um filme medíocre e sem atrativos. Acabei tendo uma deliciosa surpresa. A película nos traz um misto de sentimentos: alegria, tristeza, comoção e muitos risos. É... isso mesmo! Não sou muito de rir num filme, ainda mais sendo animação, mas conseguiu esse feito. Portanto, para aqueles que desejam experimentar algo novo, forte e com leves toques de aventuras, embarque junto com Carl nessa jornada.
O único ponto fraco do filme é o vilão, que acaba caindo de pára quedas para que haja toda a ação do filme, mas isso não tira o mérito de todo o restante da animação. Um filme para toda a família. OSCAR merecido!
NOTA: 8,5.



